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Animais no condomínio: como ter uma boa convivência?

Um dos temas que mais pode gerar discórdia dentro de um condomínio é a presença de animais de estimação nas unidades. Para evitar esses problemas, e ajudar a saná-los, resolvemos falar, no post de hoje, de alguns aspectos desse assunto. Confira mais abaixo!

De acordo com uma pesquisa feita, em 2013, pelo IBGE, 44,3% dos domicílios brasileiros têm pelo menos um cachorro (quase 29 milhões de residências). Estipulou-se a presença de 52,2 milhões de cães, o que significa uma média de 1,8 cão por casa. Esse estudo mostrou que há mais cachorros de estimação do que crianças, nos lares brasileiros.

Nessa mesma pesquisa, agora em relação aos gatos, foi apontado que 17,7% dos domicílios possuem pelo menos um (equivalendo a 11,5 milhões de casas). Como a população de gatos em lares brasileiros foi estimada em 22,1 milhões, calcula-se que a média seja de 1,9 gato por residência.

A boa convivência é, dentro de um prédio residencial, fator essencial para o bem-estar dos moradores e funcionários, não é verdade?! Por isso, quando se tem um animalzinho em casa, algumas regras devem ser observadas para garantir a tranquilidade de todos os condôminos.

Além da Convenção, o Regulamento Interno também pode servir para reger essa questão. Então, antes de qualquer coisa, uma boa lida nesses documentos é essencial. Caso seu condomínio não tenha regras sobre o assunto, sugira ao síndico que as providencie – devem ser decididas, em Assembleia, por 2/3 dos condôminos.

Dentro do apartamento, o dono do pet age como achar que deve, mas é sempre bom atentar para que o barulho do bichinho não seja exagerado, atrapalhando e chateando outros moradores. Além do que, existem condomínios que entendem o horário de silêncio também para o caso de animais domésticos.

Cercas Convenções permitem que apenas animais de pequeno porte (ou, também, de médio) sejam adquiridos, ou proíbem que os bichanos utilizem o elevador ou o façam apenas carregados no colo, já outras impedem seu acesso a áreas comuns.

Entre outras medidas que podem ser tomadas pelo condomínio, estão a exigência de atestado de vacinação e, caso haja espaço, determinar um espaço do condomínio para uso exclusivo dos animais de estimação, promovendo maior conforto para eles e seus donos.

O que deve prevalecer, independente de qualquer regulamentação existente, ou que venha a ser feita, é o bom senso dos moradores, garantindo a convivência pacífica de todos os condôminos (e bichanos). Esperamos ter ajudado!